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  • Livro – 120 Minutos para Blindar Seu Casamento!

    20 de abril de 2014

    Sinopse
    Pode parecer exagero, mas em um minuto (sim, apenas um minuto) somos capazes de atitudes com potencial para modificar a vida para sempre. E, quando se trata de casamento, uma palavra dita 
na hora certa, uma pequena mudança de comportamento ou mesmo a leitura da página de um livro podem fazer toda a diferença.

    Renato e Cristiane Cardoso, autores do best-seller Casamento Blindado, oferecem 120 orientações úteis e práticas sobre diversos temas para que você e seu cônjuge protejam aquilo que possuem de mais precioso  a sua relação conjugal. As lições do programa Minuto do Casamento, sucesso da Rede Record de Televisão, serviram de base para esta obra, um livro para ser lido a dois e mantido ao alcance das mãos sempre que necessário.

    Arquivado em: Livros — Ligadinha @ 8:00

    Projetos de cortinas que fazem a diferença!!!

    Além de complementar a decoração, as cortinas (e as persianas) resolvem o excesso de sol e os ruídos e garantem privacidade.


    Todo mundo quer uma sala bem iluminada, certo? Quando a claridade é desmedida, porém, adeus, conforto térmico  sem falar no desgaste de móveis e objetos. Daí a importância de vestir este janelão, de 4 m de largura. Mas, embora fosse necessário filtrar o sol, o morador do apartamento, em São Paulo, queria avistar o sabugueiro plantado logo à frente. Então o designer de interiores Julio Rosa pediu ajuda a Zizi Carderari, que, além de produzir reportagens visuais para CASA CLAUDIA, atua como designer têxtil. Ela sugeriu uma cortina de cambraia de linho com bordados e 5 cm de altura e largura, respectivamente, na barra e nas laterais, para assegurar a leveza. Mesmo delicada, a peça vai na lavadora de roupas. Um cortineiro de madeira esconde o trilho, fixado no teto (Inova-se). Sofá, almofadas e mesinhas laterais vieram da Conceito Firma Casa.


    Espero que tenham gostado das lindas ídeias!!!!!!

    Arquivado em: Decoração — Ligadinha @ 8:00

    Quatro receitas caseiras para deixar as axilas saudáveis e lisinhas!

    18 de abril de 2014

    Pouco a pouco, as axilas também dão sinais de ressacamento, vermelhidão e manchas – fruto de situações rotineiras, como a transpiração, a alteração das temperaturas e do atrito da própria pele. E, é claro, dos processos de remoção dos pelos. A boa notícia é que devolver a vitalidade é fácil e barato: ingredientes caseiros dão conta do recado. Mas lembre-se: é fundamental higienizar a pele previamente com sabonete neutro. A seguir, confira receitas testadas e aprovadas.

    1. Efeito clareador
    “O Bicarbonato de sódio é alcalino e atua como uma solução esfoliante: suavemente as células mortas e a camada mais superficial da pele são removidas o que resulta no clareamento de manchas escuras progressivamente”, esclarece a professora da Faculdade de Ciências Médicas, da Universidade de São Paulo, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Dorotty Camargo.
    A combinação é simples: uma colher de sopa de Bicarbonato de Sódio, com um pouquinho de óleo de amêndoas ou de semente de uva. A quantidade recomendada é até formar uma combinação pastosa. Massageie a axila durante uns minutinhos e enxágue logo a seguir. Não é necessário deixar descansar sobre a pele; o ideal é repetir o processo uma vez por semana.
    Dica! Aplique também nos joelhos e nos cotovelos. São áreas que também escurecem com mais facilidade; aproveite para uniformizar o tom da pele também nessas regiões.

    2. Efeito calmante
    Peles sensíveis sofrem na hora de arrancar os pelinhos. Agentes naturais são os grandes aliados para combater inchaços e vermelhidões. “Compressas de chá de camomila e de chá verde são a solução mais rápida para quem tem pressa. Bastam 5 minutos para aliviar a pele”, ensina Dorotty Camargo. A seguir ela explica o passo a passo:
    “Misture o chá de camomila com uma ½ maçã ralada até obter uma mistura cremosa. Leve à geladeira até que resfrie por completo. O ideal é deixar a mistura pronta antes de realizar a depilação. Assim, a máscara estará geladinha no momento da aplicação. Na prática, é garantia de sensação de refrescância e conforto mais imediato. Seguindo essa lógica, enxágue com água fria”.
    Dica! Agregue seu hidratante preferido na receita; o efeito é potencializado pela mistura de ativos: ao mesmo tempo em que a pele se acalma, ela vai recuperando a hidratação perdida sobretudo nos caso de depilação com cera quente.

    3. Efeito esfoliante
    Para remover células mortas e prevenir pelos encravados a máscara esfoliante eficaz é a que combina ingredientes que removem as células mortas ao mesmo tempo em que hidrata a pele. A receita a seguir é um clássico nas clínicas de alto padrão do Rio de Janeiro  entrega a esteticista Joanna Martins, que atende as celebridades cariocas. “Meia xícara de açúcar mascavo com 3 colheres de sopa de azeite de oliva: pronto, basta massagear suavemente a região e deixar descansando por alguns minutinhos antes de enxaguar com água corrente. O resultado é uma pele mais homogênea, lisa e sedosa”. A especialista explica que o açúcar mascavo pode ser substituído pelo fubá, sem que os benefícios sejam comprometidos.
    Dica! Rico em vitamina B e potássio, o abacate ajuda a eliminar células mortas. Vale a pena agregar o fruto a receita  batendo no liquidificador ou no mixer para uma renovação da pele ainda mais profunda.

    4. Efeito hidratante
    Devolver a vitalidade das axilas também garante que a remoção dos pelos  independente do método escolhido  seja mais confortável.
    “O mel é, sem dúvida, o protagonista quando o assunto é hidratar a pele. Anti-bactericida, anti-acne, ele também previne o envelhecimento precoce da cútis”. É o que garante Camila Barbosa, dermatologista especialista em medicina esteticista.
    Às peles normais ela recomenda a mistura de 2 colheres de sopa de mel com uma colher de iogurte natural. “O ácido lático presente no iogurte dissolve as células mortas da pele, promovendo uma renovação progressiva, uma esfoliação natural”. Deixe agir por 15 minutos e enxágüe.
    Quando aplicada uma vez por semana o ritual de beleza devolve o viço da pele agredida, principalmente, pela lâmina que, por conta do atrito mais frequente, tende a deixar a pele mais áspera. Para quem tem pele oleosa, Camila sugere acrescentar à receita uma colher de sopa de talco para bebê ou de amido de milho. “Ambos garantem uma textura mais sequinha; assim, ajudam a controlar a oleosidade sem obstruir os poros”, explica.
    Dica! Aqueça o mel uns minutinhos antes de preparar a receita. A temperatura morna ajuda a abrir os poros da pele.

    Arquivado em: Beleza — Ligadinha @ 8:00

    7 tipos de homens que toda mulher deve experimentar – Pelo menos uma vez!!!!

    Antes de dizer que você “não gosta daquele tipo” é preciso provar. Dê uma chance ao inesperado (nem que seja só um encontro!). Você pode se surpreender!!

    Uma cara muito diferente de você
    É do tipo que ama música clássica e restaurantes estrelados? Experimente um encontro com um gato que gosta de indie rock e baladas alternativas. Entrar em contato com um mundo novo pode abrir seus olhos para coisas que você nem imaginava que poderia gostar.

    Um famoso
    Ah, podemos sonhar, vai? Imagina que delícia desfilar pelo tapete vermelho, assistir a uma premiação cercada de celebridades, jantar em um restaurante incrível e terminar a noite dormindo (ou não) na cama do – insira o nome do homem desejado aqui. Ok, na falta de um homem nível Hollywood, ficar o cara mais disputado da faculdade ou da academia já dá um up na autoestima.

    Um cara mais velho
    Ele já esteve com outras mulheres (claro!) e deve conhecer alguns truques que o seu ex-só-sei-fazer-essa-posição-na-cama nem imagina que existe. Aproveita a companhia desse homem para aprender novidades na cama, na mesa, no banho…

    O descolado da galera
    O cara faz piada, não se importa com a opinião alheia e tem um estilo só dele para se vestir. Passar um tempo com ele pode ajudá-la a se soltar mais e se preocupar menos com o que os outros pensam.

    Um gringo
    Imagina que excitante ouvir o gato sussurrando sacanagens ao pé do seu ouvido em francês (italiano, inglês…) na hora do sexo? Você vai adorar de ser chamada de mademoiselle/bella/ beautiful…

    Um bem-dotado
    Esqueça o papo de que tamanho não é documento. Todas nós merecemos ter esse prazer algum dia. TODAS NÓS!

    O louco por aventura
    Jantar romântico? Cineminha a dois? Nem pensar! Esse gato é o tipo que vai levá-la a um piquenique no parque, em vez de gastar fortunas em um restaurante. E seus finais de semana serão cheio de escaladas, trekking, rafting…, Fala a verdade: às vezes tudo o que a gente precisa para deixar o stress de lado é um pouco de aventura na vida.

    Arquivado em: Comportamento — Ligadinha @ 8:00

    8 erros de autossabotagem que dificultam a paquera!!!

    17 de abril de 2014

    A autossabotadora clássica costuma agir de forma repetitiva. Você se reconhece nos itens a seguir? Hora de mudar!   

                                                                                                                  
     
    Pensar demais                                                                                               
    Tem um possível pretendente puxando conversa na pista? Não pense muito: se ele preencher pelo menos dois dos seus dez (longos) itens de check-list, beije logo. Você pode descobrir que o cara reúne outras qualidades que você nem imaginava.

    Ficar vidrada no celular
    Desapegue do celular nos momentos solitários e de espera: elevador, fila do café, ponto de táxi… Em vez de olhar a tela, olhe para os lados. Vai que tem um homem interessante à esquerda querendo puxar papo e você nem viu?

    Fugir da paquera online Escolha um cara que você ache gatinho entre seus amigos no Facebook e dê sinais para ele notá-la: curta os posts, comente as fotos, compartilhe o que ele publica… Sem exagero para não parecer stalker – a medida é você dar o start e ir seguindo na velocidade dele: o cara curtiu uma foto sua, você está liberada para mais um comentário etc.

    Ter baixa autoestima
    No dia da próxima balada, leve o seu melhor: vá ao salão, faça escova, invista no make e compre um vestido que valorize seu corpo. Em paz com o espelho, você fica mais confiante e po-de-ro-sa para o jogo da conquista.

    Dar tiros no pé
    Evite falar sem parar do ex no date, esquecer o celular quando sabe que vai receber uma ligação e passar mal no dia da grande balada por puro nervosismo. Pratique o autocontrole e respire fundo sempre que perceber que está “surtando”.

    Não pedir ajuda
    Chame sua amiga pegadora para a balada e peça ajuda. Sim, no melhor estilo “Tudo que eu falar para o meu… você fala para o seu”. Às vezes, só se precisa é de uma boa dupla de pegação: ela levanta, você corta e ponto para as mulheres!

    Ter dúvidas sem fundamento
    Pare de criar mil histórias na cabeça e tentar imaginar o que ele vai pensar de você, se vai te ignorar… Sofrer por antecipação mina as chances de tomar a iniciativa.

    Ser pessimista
    Para sair do zero a zero de vez é preciso enxergar o lado bom das coisas. Coloque fé nas relações e não desista logo que aparecer a primeira dificuldade Não deu certo com o carinha hoje? Pode dar amanhã!

    Arquivado em: Comportamento — Ligadinha @ 8:00

    Futebol? Não, obrigado.

    16 de abril de 2014

    E no país do futebol tem muita gente que não gosta da modalidade. No universo masculino, quem faz parte desse time sofre uma certa pressão para saber jogar bola, para ter um time do coração. Os caras que não jogam bem são discriminados pelos amigos, mas nós sabemos que não é obrigação de ninguém ser um Neymar só porque somos brasileiros. Conversamos com o psicólogo Edison Caraviello, que fez algumas considerações sobre o assunto. Veja:

    Masculinidade na berlinda, por que?
    Você não é menos macho que o melhor jogador do time do colégio ou da empresa. Segundo Edison, “o futebol é um esporte com características próprias, porém não indica ou potencializa a masculinidade. Não podemos esquecer que existe o futebol feminino”.

    Paixão Nacional
    O esporte é o principal do país e por isso é considerado paixão nacional. Por força de expressão, isso inclui todos os brasileiros, mas tem muita gente que está fora desse time. Segundo pesquisa do IBGE feita pela última vez em 2008, 43% dos brasileiros não gostam de futebol. Claro que a população aumentou e esse número não é o mesmo, mas não deixa de ser significativo mesmo na época. Isso pode se explicar devido a mudanças estruturais e de comportamento no país. Antigamente era mais comum vermos inúmeros campos de futebol de várzea espalhados pela cidade. Hoje eles dão lugar a prédios residenciais e comércios. As crianças que eram acostumadas a jogar bola na rua são cada vez mais proibidas pelos país por conta da violência e então passam grande parte do tempo em casa com aparelhos eletrônicos e outro tipo de ocupação.

    Sucesso com as mulheres
    As mulheres não têm preconceito contra os caras que não jogam futebol. Se esse preconceito existe, é uma projeção da própria pessoa que se desqualifica por não gostar do esporte como os amigos. O que atrai o sexo oposto é um homem adaptado à sensibilidade feminina e ao respeito humano, seja ele praticante de atividades físicas ou não.

    Virilidade
    A virilidade está ligada ao futebol só por aqueles que o praticam, uma vez que qualquer prática esportiva permite um bom condicionamento físico do corpo e proporciona bem-estar tanto físico como emocional. 

    Aversão                                                                                                        
    Muita gente que faz parte do público que não gosta do futebol culpa o esporte por alienar as pessoas e condena o mau exemplo do abandono da educação escolar por muitos jogadores, que geralmente são pessoas que não tenham um grau de instrução elevado, mas recebem salários enormes. Além disso, lembram sempre o fato de que durante a história, o futebol foi usado como estratégia para desviar a atenção das pessoas e encobrir questões políticas importantes para o desenvolvimento do país.

    Paixão dividida
    O Brasil com seus 5 títulos da Copa do Mundo sempre foi o melhor no futebol enquanto que nos jogos olímpicos, por exemplo, são poucas as medalhas de ouro. Nos outros esportes, o Brasil não era uma potência, mas esse quadro tem mudado bastante. Hoje em dia a prática de rugby , por exemplo, é forte no país e temos bons nomes na natação e ginástica olímpica. Os grandes times da NBA têm alguns poucos jogadores brasileiros no elenco, mas os grandes astros, inspiram os times daqui e fazem inúmeros brasileiros preferirem o basquete. A NBB (Novo Basquete Brasil) a cada ano bate recorde de público nos ginásios. O próprio MMA despertou verdadeiros fanáticos pelo UFC, com seus campeões brasileiros e até as academias aumentaram de número, ou seja, a preferência pelos outros esportes é completamente compreensível.

    Arquivado em: Comportamento — Ligadinha @ 8:02

    Idade congelada: o “novo Botox” promete efeito imediado e aplicação sem dor

    12 de abril de 2014

    A velha conhecida toxina botulínica ganha um acompanhante – ou concorrente – de peso no combate às rugas. O novo método que deve virar “o” assunto nos consultórios de dermatologia (e também nas mesas dos restôs prediletos das elegantes adeptas do power lunch) usa como ponto de partida o ingrediente coqueluche na gastronomia molecular: o nitrogênio líquido. Batizada de Frotox, a técnica utiliza a baixa temperatura do nitrogênio para “congelar” os sinais do tempo. “O objetivo é usar o frio de forma segmentada, em um nervo específico que controla os músculos que causam rugas na testa e entre as sobrancelhas.

    Um choque intenso frio coloca o nervo em ‘hibernação’, relaxa os músculos, e as rugas desaparecem”, explica a dermatologista paulistana Carla Vidal.

    O tratamento é uma alternativa ao Botox (especialmente para quem desenvolveu alergia à toxina), compromessas de efeito semelhante e menos incômodo na hora da aplicação. A região a ser tratada leva anestesia tópica, e o Frotox é aplicado através de um dispositivo parecido com uma caneta, que introduz minúsculas agulhas na pele e injeta o nitrogênio líquido em uma explosão de 30 segundos de frio em determinados nervos. “O processo leva cerca de dez minutos para ser concluído.

    Não se sente dor, apenasuma sensação de pressão na pele”, diz Edislene Viscardi, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia de Santa Catarina e uma das principais defensoras da entrada da técnica no Brasil. A baixa temperatura pode causar desconforto e até uma dorzinha de cabeça passageira. E outra boa-nova é que, se aplicado em nervos específicos, o Frotox também pode tratar a enxaqueca.

    Arquivado em: Beleza — Ligadinha @ 8:00

    “Ame e Dê Vexame”, de Roberto Freire, ensina a mergulhar de cabeça no amor!!

    10 de abril de 2014

    Dizem que quando alguém está muito apaixonado fica bobo e sorrindo à toa. Pensando por esse lado, passar por situações que beiram o ridículo é mais do que comum no amor, não é? E é disso que trata o lançamento da Editora Master Books, “Ame e Dê Vexame”, de Roberto Freire. O livro fala dos medos, prazeres e ridicularidades no aprendizado de amar.

    Na obra, o psiquiatra destaca a nova ideologia do sacrifício, que tem convencido as pessoas de que amar significa perder a sua liberdade, levando a relações de poder, dominação e castração do outro. Na obra, Freire declara guerra a essa ideia, com outra muito mais natural: a ideologia do prazer.

    Fundamentado na liberdade, o autor defende a necessidade de amar de maneira lúdica, criativa e muito prazerosa e vencer o medo do ridículo, que se confunde com o medo de se enamorar e ser livre. Ele ensina como assumir as surpresas do coração e mergulhar de cabeça no sentimento que, com o tempo, se revela a única grande motivação de viver.

    Arquivado em: Livros — Ligadinha @ 8:00

    Facebook de casal não evita traição e demonstra insegurança!

    Em um mundo que valoriza cada vez mais a individualidade, os perfis de casal no Facebook e outras redes sociais costumam chamar a atenção. Mais do que exaltar o amor, no entanto, fazer uma página a dois revela muito mais do que o par que a mantém supõe.

    Em primeiro lugar, é provável que a harmonia exibida nas fotos e nas mensagens não seja tão exuberante e verdadeira fora do mundo virtual. “Pode ser uma exposição de felicidade, do tipo ‘vejam que casal lindo nós formamos’, que nem sempre é real. Se fosse, talvez não precisassem expor tanto”, diz a psicoterapeuta Carmen Cerqueira Cesar.

    A psicóloga Raquel Fernandes Marques, da Clínica Anime, de São Paulo (SP), concorda: “Ter a necessidade de mostrar para os outros o quanto você está feliz com seu parceiro só serve para demonstrar insegurança e baixa autoestima”, afirma a especialista.

    Provar ao mundo o quanto são unidos e apaixonados também é, na maior parte das vezes, uma tentativa de blindar a relação contra antigos relacionamentos e possíveis pretendentes –em alguns casos, até de provocar ciúmes. A intenção, explícita ou não, é saber com quem o outro conversa ou se relaciona virtualmente, um controle que não passa de ilusão.

    “Muitas pessoas cultivam a fantasia de que saber com quem o parceiro se relaciona inclui a certeza de ter um relacionamento longo. Querem que o amor seja, também, o melhor amigo. E não é, definitivamente”, diz a terapeuta sexual Carla Zeglio, diretora do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade).

    Ela explica que mesmo que o discurso do casal seja “um nunca deve ter segredos para o outro”, na prática, não é assim que funciona. Escolhas e necessidades são individuais, assim como determinadas informações que só dizem respeito à pessoa.

    “Para mim, quando um par decide criar um perfil conjunto é porque está em crise, tentando controlar um ao outro”, fala Carla. Já Carmen sugere avaliar se existe um perigo verdadeiro, interno ou externo, para a relação, e se a criação da página é uma forma de evitá-lo.

    Manter tentações como “ex” e paqueras à distância via Facebook de casal também só funciona na teoria. Se alguém quiser encontrar um amor do passado na vida real, quem pode impedir? É imaturidade achar que o perfil a dois evita uma traição. Limitar a expressão da individualidade dessa forma pode acabar provocando o efeito contrário ao desejado.

    “Casais que fazem tudo juntos, inclusive seus perfis em redes sociais, são mais suscetíveis a se sentir sufocados, podem enjoar um do outro com mais facilidade e acabar o relacionamento mais cedo do que o esperado. Afinal, nem há espaço para sentir saudades. E é bem cansativo”, declara Raquel.

    Regras (complicadas) de uso
    Para o psicoterapeuta e sexólogo Ricardo Desidério, ainda existem outras questões a ponderar. A primeira pergunta importante é: de quem foi a ideia de manter um perfil a dois em uma rede social? Ambos concordam com ela ou um foi convencido a acatar a vontade do outro?

    “Outro ponto fundamental é entender qual o objetivo do casal com isso e como esse perfil será administrado. Os acessos serão compartilhados ou somente um dos dois terá acesso? Caso seja um só, qual a necessidade de criar um Facebook de casal? Será que o casal, por mais tempo que passe junto, precisa dividir o mesmo espaço numa rede social?”, questiona Ricardo.

    Nem sempre os dois podem concordar sobre o teor das postagens, e há o risco de novos conflitos surgirem a partir daí. Isso sem contar a dificuldade dos amigos escreverem ou responderem: com qual dos dois estarão falando?

    Pode haver vantagens
    Para Carmen Cerqueira Cesar, pode, sim, existir uma identidade virtual de casal positiva através de uma página com coisas que os dois compartilhem e curtam juntos.

    “Cada casal não deixa de ser um tipo de associação. Mas não deixa de ser arriscado. Um pode não gostar do que o outro posta, implicar com o que os outros escrevem… O casal deve estar muito afinado para isso, precisa se dar muito bem”, explica. E ambos divulgar a vida a dois sem parecerem possessivos, de modo natural.

    Outras vantagens são os casos específicos como, por exemplo, uma página dedicada aos preparativos do casamento, a qual somente convidados têm acesso. “Também é uma forma positiva fazer um Facebook a dois para expor fotos dos filhos e não a vida do casal”, fala Raquel.

    Fotos de perfil ou de capa ao lado do parceiro são uma forma interessante de celebrar o amor sem parecer uma pessoa ciumenta ou controladora. Mesmo assim, merece uma reflexão.

    “Expor um momento especial vivido pelo casal é até interessante, desde que ambos estejam de acordo com essa exposição. O importante, antes de qualquer post, é que o momento revelado na foto seja o mesmo vivenciado pelo casal em seu dia a dia. De nada adianta exibir uma imagem que não condiz com a realidade vivida por eles”, fala Ricardo Desidério.

    Arquivado em: Comportamento — Ligadinha @ 8:00

    O que deveriam ter contado a você antes do casamento!

    9 de abril de 2014

    Neste e nos próximos dois artigos da coluna “Vida a Dois” no Delas, falarei de desencontros que estão ocorrendo em muitos casamentos e causando separações que poderiam ser evitadas.

    Hoje abordarei sete mudanças que vêm ocorrendo desde a década de 50 e que complicam a relação até dos mais apaixonados! No próximo artigo falarei das diferenças entre as expectativas femininas e masculinas de vida a dois e que levam a muitas brigas e mal-entendidos.

    Sete mudanças que transformaram os casamentos em uma armadilha
    Nossos bisavós e avós tinham menos acertos de casal a fazer e, se não eram mais felizes, estavam, em média, mais satisfeitos ou conformados. Eles contavam com quatro condições favoráveis à manutenção do casamento, que hoje desapareceram:

    1. Os deveres se sobrepunham à busca da felicidade individual.
    Nossos avós tinham uma lista de obrigações a cumprir com os pais, a religião, a pátria e assim por diante. Priorizar o amor e a realização pessoal era tido como um egoísmo inadmissível, sobretudo por parte da mulher. Hoje, ainda que nos disponhamos a fazer algum sacrifício pelos filhos, a meta de cada um é buscar a felicidade pessoal. Se o casamento está mal, você não se conforma, sobretudo se for mulher (70% dos pedidos de separação partem delas, os homens tendem a ir levando). Talvez você tente mudar a relação ou, o que é pior, mudar o marido! Ou desiste e quer sair do casamento.

    2. Marido e mulher seguiam tradições, usos e costumes.
    Nenhum dos dois tinha dúvidas sobre como agir na maior parte das ocasiões e havia menos divergências de opinião. Hoje não acreditamos mais nos usos e costumes que nos poupavam de tantas dúvidas. Não sabemos mais o que é “certo e errado”. Quem deve acordar de madrugada para trocar as fraldas do bebê, a sogra pode ter a chave de casa, a mulher pode sustentar o marido, quem leva o carro ao mecânico?

    3. Não se negociava.
    Se você fosse homem, seria o chefe da família e teria autoridade decisória; como mulher, você deveria obedecer. Com a igualdade de gêneros, passamos a ter um sócio com 50% dos votos para discutir e negociar todos os aspectos da vida. Não é à toa que empresas evitam montar estruturas societárias com apenas 50% do controle. No casamento atual, as divergências de opinião tendem a virar impasses. E vocês vão dormir emburrados (talvez um de bumbum para o outro).

    4. O casamento dos nossos avós era quase indissolúvel.
    Uma eventual separação era trágica, daí os cônjuges tinham muita disposição para fazer o casamento perdurar. Hoje, separar-se não é mais tabu. Embora desgastante, é um ajuste comum na vida. Em torno de 50% dos casamentos acabam em divórcio. Portanto, havia clareza sobre expectativas, havia regras e havia o consenso de que “as coisas são assim”. Hoje, graças ao avanço da liberdade pessoal, à igualdade de gêneros e à transparência, as tarefas entre marido e mulher redistribuíram-se de modo mais equitativo, mas novas dificuldades surgiram para ambos! Juntamos num mesmo projeto concepções de diferentes séculos e décadas, algumas incompatíveis. Queremos uma boa vida sexual, parceria e companheirismo, projetos em comum, consenso sobre como levar o dia a dia e como educar filhos, apoio, fidelidade, compreensão, parceiros felizes e bem-sucedidos. Nossas expectativas ficaram imensas. Daí por que muitos casais acabam se vendo numa bela enrascada de metas conflitantes.

    5. Todo mundo está on-line, comparando alternativas.
    Juliana já viu homens mais sexy que André, que tem caspa e não gosta de escovar os dentes. Pedro conheceu mulheres mais meigas que a ríspida Silvana, sua esposa executiva. Você e seu parceiro foram expostos, antes e ao longo do casamento, a experiências de namoro e na mídia viram modelos de beleza, prazer, sexo, supervitalidade e alta performance. Por isso, tenderão a avaliar seu parceiro (e eventualmente a si mesmos) com rigor e a compará-los com parceiros anteriores ou com modelos de supercompetência e superfelicidade que todos os dias a mídia e os amigos do Facebook lhes esfregam na cara. Ainda não aprendemos a viver com tantas opções.

    6. Hoje somos muito mais produtivos, acelerados e estressados.
    O tesão de Juliana murcha sob o peso das obrigações domésticas e profissionais. Seu marido, André, não entende a falta de interesse sexual dela. No casamento, multiplicam-se tarefas: criar filhos, planejar férias, constituir patrimônio, manter-se em forma, comprar alimentos orgânicos, cultivar a vida social, buscar sucesso profissional, fazer seguro de vida, de saúde, de roubo, de viagem, check-ups. O estresse que cada um pensa ser uma “incapacidade pessoal sua de ser feliz” é, em parte, fruto dessa epidemia de pressa e sobrecarga que afeta a maioria. Somos mais produtivos, mas continuamos trabalhando muito. Somos mais livres, mas temos mais estresse, depressão e ansiedade. Ainda não sabemos lidar com a nova condição que conquistamos.

    7. Os ciclos de carreira, filhos e separação dos homens e mulheres estão defasados.
    Em primeiro lugar casamos mais tarde. Mulheres se casam entre 28 e 32 anos, acuadas entre ambições profissionais, o desejo de aproveitar a solteirice e a pressão do relógio biológico. Os homens, por motivos análogos, casam-se entre 30 e 35 anos. Em segundo lugar os ciclos profissionais não coincidem. Elas têm filhos quando teriam de investir na carreira, enquanto isto eles investem na carreira e mal aproveitam a vida a dois. Depois, após os 50, eles querem começar a curtir a vida, quando elas gostariam de finalmente investir na carreira e em si mesmas. E para o homem separar-se entre 50 e 60 pode ser favorável, mas para a mulher muitas vezes seria melhor poder fazê-lo entre os 30 e os 40. Nossos avós não tinham estas questões. Casavam mais cedo, sobretudo as mulheres. Eles trabalhavam e elas eram “do lar”, nada de problemas com carreira, filhos ou com curtir a vida a dois. Aos 50, a potência e o desejo sexual muitas vezes minguavam de vez. Aos 55 ou 60 anos, seu avô se aposentava e entre 65 e 70 ele morria. Sua avó tinha então cerca de 60 e não mais casava. Hoje os cinquentões e cinquentonas viverão até mais de 80 anos e ainda podem ter novos ciclos de carreira, paixão e até fundar novas famílias.

    Em resumo, sete mudanças que parecem tão boas (queremos ser felizes, temos direitos iguais, podemos negociar, podemos nos separar, temos redes sociais, somos mais produtivos e casamos maduros), complicaram o modelo de casamento. É preciso mudar o modo como casamos, nossas expectativas e as formas de encarar a relação.

    Arquivado em: Comportamento — Ligadinha @ 8:00
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